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Aos
que seguem a Bíblia, vale lembrar: louvamos a Ele quando vencemos, louvamos a
Ele quando perdemos.
Nossa
adoração e nossa relação com Deus não deve depender das circunstâncias
(Filipenses 4.11-15).
Sobre
momentos como estes, vale lembrar o que disse Jó: "Receberíamos o bem, e
não o mal?".
Hebreus
12.11 nos ensina que toda disciplina (e a derrota é uma de suas
formas) é dolorosa quando acontece, traz tristeza, mas depois produz fruto
e amadurecimento nos que nela são exercitados.
2
Coríntios 4.8,9 diz que podemos ficar “atribulados, mas não angustiados;
perplexos, mas não desesperados; perseguidos, mas não desamparados; abatidos,
mas não destruídos”.
Tiago.2,4 diz :
“Meus irmãos, tende por motivo de grande gozo o passardes por várias
provações” . A lição é que se houver fé, teremos a perseverança; e a perseverança
produz crescimento. Nesse sentido, também Paulo, que em Romanos 5:3b diz que “A tribulação produz perseverança.”
Enfim,
Deus é soberano e temos que nos sujeitar a Sua vontade e a aplicação das leis
que Ele criou, entre as quais a da semeadura. Às vezes a derrota é o momento
onde revemos os processos que adotamos e as sementes que lançamos, para que o
futuro esteja mais parecido com nossos sonhos.
Então,
em resumo, duas coisas:
1)
Louvor,
sempre, como diz Habacuque: “Mesmo não florescendo a figueira, não havendo
uvas nas videiras; mesmo falhando a safra de azeitonas, não havendo produção de
alimento nas lavouras, nem ovelhas no curral nem bois nos estábulos, ainda
assim eu exultarei no Senhor e me alegrarei no Deus da minha salvação.” (Hb
3.17-18)
2)
Entremos
em campo – no futebol e na vida - para jogar bonito, para fazer nosso melhor.
Termino
com uma ótima notícia: no
futebol como na vida, amanhã tem outro jogo.

2 comentários:
Grande sabedoria!
Deus é bom em todo tempo!!!
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