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quinta-feira, 10 de julho de 2014

Derrota x Bíblia



Aos que seguem a Bíblia, vale lembrar: louvamos a Ele quando vencemos, louvamos a Ele quando perdemos.

Nossa adoração e nossa relação com Deus não deve depender das circunstâncias (Filipenses 4.11-15).

Sobre momentos como estes, vale lembrar o que disse Jó: "Receberíamos o bem, e não o mal?".

Hebreus 12.11 nos ensina que toda disciplina (e a derrota é uma de suas formas) é dolorosa quando acontece, traz tristeza, mas depois produz fruto e amadurecimento nos que nela são exercitados.

2 Coríntios 4.8,9 diz que podemos ficar “atribulados, mas não angustiados; perplexos, mas não desesperados; perseguidos, mas não desamparados; abatidos, mas não destruídos”.

Tiago.2,4 diz :Meus irmãos, tende por motivo de grande gozo o passardes por várias provações” . A lição é que se houver fé, teremos a perseverança; e a perseverança produz crescimento. Nesse sentido, também Paulo, que em Romanos 5:3b diz que “A tribulação produz perseverança.”

Enfim, Deus é soberano e temos que nos sujeitar a Sua vontade e a aplicação das leis que Ele criou, entre as quais a da semeadura. Às vezes a derrota é o momento onde revemos os processos que adotamos e as sementes que lançamos, para que o futuro esteja mais parecido com nossos sonhos.

Então, em resumo, duas coisas:

1)     Louvor, sempre, como diz Habacuque: “Mesmo não florescendo a figueira, não havendo uvas nas videiras; mesmo falhando a safra de azeitonas, não havendo produção de alimento nas lavouras, nem ovelhas no curral nem bois nos estábulos, ainda assim eu exultarei no Senhor e me alegrarei no Deus da minha salvação.” (Hb 3.17-18)
2)     Entremos em campo – no futebol e na vida - para jogar bonito, para fazer nosso melhor.

Termino com uma ótima notícia: no futebol como na vida, amanhã tem outro jogo.

terça-feira, 24 de junho de 2014

A regra de ouro dos relacionamentos (por John Maxwell)


por John Maxwell

Qual é o segredo dos relacionamentos interpessoais? É se colocar no lugar da outra pessoa, em vez de colocar as pessoas no lugar que achamos que devem ficar — ou seja, enquadrá-las.

Cristo ensinou uma regra irretocável para quem quer estabelecer relacionamentos humanos de qualidade. Nós a chamamos “regra de ouro”, expressão que surgiu mais ou menos no século 17. Quase no fim do Sermão da Montanha, Jesus resumiu uma série de reflexões profundas sobre o comportamento humano numa frase: “Assim, em tudo, façam aos outros o que vocês querem que eles lhes façam” (Mt 7:12). Nesse breve mandamento, Cristo ensinou dois pontos sobre a evolução dos relacionamentos humanos: devemos decidir como queremos ser tratados; em seguida, precisamos começar a tratar os outros da mesma maneira.

Há pouco tempo, levei minha filha Elizabeth para almoçar num restaurante. A garçonete, uma senhora cujo trabalho seria cuidar bem das pessoas, nos fez sentir como se a estivéssemos incomodando. Era mal-humorada, nada solícita e ranheta. Todos os clientes perceberam que o dia dela não estava sendo bom. Elizabeth olhou para mim e disse: “Papai, ela é bem rabugenta, não é?”. Limitei-me a concordar, contrariado.

A certa altura, tentei mudar aquela atitude tão negativa da garçonete. Puxei uma nota de dez dólares e disse: “Você poderia me fazer um favor? Teria como trocar essa nota de dez dólares? É que gostaria de lhe dar uma boa gorjeta hoje”. A mulher olhou para mim, hesitou por alguns instantes e, logo depois, correu até o caixa. Depois de trocar o dinheiro, ela passou os quinze minutos seguintes em volta de mim e de Elizabeth. Agradeci a ela pelo serviço, disse que havia sido solícita e atenciosa e deixei uma boa gorjeta.

Quando fomos embora, Elizabeth perguntou: “Papai, reparou como aquela mulher mudou o jeito de nos tratar?”. Aproveitando aquela oportunidade de ouro, respondi: “Elizabeth, se quer que as pessoas tratem você corretamente, faça o mesmo com elas. Em muitos casos, sua atitude mudará a delas”. Elizabeth nunca esquecerá aquela lição porque viu uma mudança notável acontecer diante de seus olhos. Aquela senhora mal-humorada não fizera por merecer um tratamento gentil. No entanto, quando foi tratada de maneira diferente — ou seja, da mesma forma que eu gostaria de ser tratado e acreditava que ela seria capaz de fazer —, sua perspectiva mudou de repente.

Seja qual for sua condição num relacionamento, se percebeu que há uma questão a ser resolvida, então a responsabilidade de fazer um esforço concentrado para gerar mudança positiva está em suas mãos. Pare de acusar os outros e tentar se justificar. Tente ser fonte de inspiração e exemplo, mostrando a atitude mais apropriada para a ocasião. Tome a decisão de não ser a pessoa que apenas reage, mas a que toma a iniciativa.

terça-feira, 20 de maio de 2014

O que fazer? "Minha fé está menor que um grão de areia..."




“O que fazer quando você acha que não tem mais o que fazer? Esperança zero!!! Minha fé esta menor que um grão de areia...”

Acredito que o cansaço e o desânimo estão impedindo você de analisar melhor as circunstâncias. Creio que se reparar bem, verá que tem muita coisa boa na sua vida e muito o que fazer. Eu começaria lendo a Desiderata, depois veria meus vídeos, daria um dia de descanso sem pensar em problemas, uma boa caminhada e no dia seguinte pensaria no assunto. Ao fazer isso, seja mais sereno na análise. Se você acha que não tem mais o que fazer... então faça uma nova avaliação, uma análise melhor, pois sempre tem o que ser feito. 
Você diz que sua fé é menor que um grão de areia. Ok. Uma fé do tamanho de um grão de mostarda move montanhas. Se não tem esta, mova montinhos.
Um de cada vez. Em algum tempo serão montes. Dê passos de bebê, pequenos, talvez vacilantes, mas que serão mais fortes e firmes a cada dia. Baby Steps. Baby Steps. E lembre-se que fé nem sempre é crer, às vezes, fé é fazer o que tem que ser feito mesmo não crendo. Veja o caso de Simão Pedro, em Lucas 5. Leia o texto e depois assista meus vídeos sobre como aumentar a pescaria, versão laica e, se for o caso, a versão cristã também. Vamos em frente, amigo.