sexta-feira, 23 de julho de 2010

Li, gostei e indico!


Acabo de ler a biografia da Cassiane, uma cantora respeitadíssima, fenômeno de vendas e de simpatia com sua música e testemunho de vida. Foi proveitoso conhecer sua história como cantora, como pastora, como esposa, como mãe...


"Uma história com muito louvor" pode ser adquirido pela Saraiva, tanto nas livrarias como on line. E o livro já possui um site: www.livrodacassiane.com.br"

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Congresso da Adhonep

A Adhonep (Associação de Homens de Negócio do Evangelho Pleno) está realizando seu congresso nacional aqui no Rio, de 22 a 24 deste mês.

Amanhã (dia 23) será minha vez de colaborar como palestrante quando enfatizo o tema "Sucesso profissional e financeiro".

Convido a todos para participar deste evento no RioCentro e ainda lembro de que também estou na revista A Voz (publicação da Adhonep com cerca de 600 mil exemplares) nesta última edição, divulgando meu testemunho de vida, ressaltando como desenvolvi êxito em várias áreas da vida, sempre orientado por Deus.

http://www.adhonep.org.br/br/temp/index.html

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Sobre evangélicos no futebol

Estava lendo o Jornal Estadão (18 julho 2010), quando dei de cara com um texto de Ugo Giorgetti na coluna de Esportes. Boa percepção deste cineasta brasileiro que nos presenteia com uma constatação até meio óbvia, mas carente de constante divulgação.
Ugo diz que, considerando os males que advém da fama, jogadores evangélicos podem simbolizar uma espécie de salvação. Ele vem observando que a proliferação de atletas que “entregam-se a Jesus” parece contribuir para que tantos malefícios, a exemplo do goleiro Bruno, sejam evitados, já que quem tem Cristo como centro da vida, acaba abrindo mão da próprio desejo de fazer o que bem entender.
Acho saudável uma avaliação que mostre que no meio do caos familiar, moral e ético na esfera social, o Evangelho seja ressaltado como condutor de posturas mais decentes, solidárias, menos corroidas pela delinquência. Portanto, ele intitula sua coluna com uma alternativa para a esperança: “Novos hábitos e a salvação”.
A seguir, repasso o texto:

Antes que comecemos a pensar em outras coisas, antes que o Campeonato Brasileiro esquente de novo, e que o Felipão se imponha como assunto de todas as colunas, gostaria de fazer algumas reflexões, certamente inúteis, sobre acontecimentos que me tem preocupado.
Frequentemente penso sobre esses jovens jogadores que surgem no Brasil. O que sabemos sobre eles? Nada. Pertencem a um mundo inteiramente desconhecido para gente de classe média boa, como somos eu e provavelmente a maioria dos leitores do Estado. Estou certo de que essa profusão de filmes feitos sobre a periferia, esse monte de publicações, estudos e matérias não nos esclarecem em nada.
Falam e estão sempre na superfície. Pensam que retratam alguma coisa, mas nunca o essencial. Porque o essencial está oculto, é muito amplo, muito vasto para o nosso entendimento. Vivemos completamente separados desse pessoal de baixíssima condição. A nossa única forma de contato é que falamos mais ou menos a mesma língua. O resto são diálogos profissionais, breves, escassos.
Mas de repente algo das profundezas emerge e então ficamos atônitos, como nesse caso do goleiro Bruno, do Flamengo, e daí me vem a pergunta: quem são esses jogadores? Como a cabeça deles processa as mudanças de estado social, econômico, etc., quando passam do quase zero para quatrocentos mil reais mensais?
Entre o zero e os quatrocentos mil reais está o segredo do que não sabemos. é nesse hiato que as monstruosidades se formam, porque a quem esse jovens recorrem para se adaptar ao novo estado? Em que modelos se baseiam? No que estudaram nas escolas? Nas imagens da tv? No que aprendem no ambiente do clube em que se iniciam?
Eles têm uma só alternativa de modelo: os evangélicos. Na medida em que outras religiões, por algumas razões, perderam força e contato com as massas, os evangélicos surgem como a grande salvação.
Há vários anos que venho observando, como qualquer torcedor, a entrada dos evangélicos no mundo do futebol. Desde os Atletas de Cristo até agora, um exército de jogadores religiosos se formou no Brasil. Chegaram inclusive à seleção brasileira, onde a influência evangélica começava já na comissão técnica que conduziu o Brasil na última Copa, na África do Sul.
Toda essa conversa evangélica, principalmente quando inclui uma dose de fanatismo, tende a irritar muito quem se formou no livre pensamento e dentro de uma certa tradição cultural que remonta há muitos anos, para não dizer séculos. Entregar-se a Jesus ou a quem supostamente o representa, parece não mais do que uma maneira de abdicar da própria independência e da própria autonomia.
Mas há o outro lado da questão e são exatamente esses últimos e tristemente policialescos acontecimentos no mundo do futebol que fazem pensar nele. Se a família constituída está em frangalhos, se a escola pública também, se o estado como um todo falha estrepitosamente em todas as instâncias, se o mundo da delinquência está sempre tão perigosamente perto dessa classe social, a fuga para a religião me parece natural para esses jovens que querem de qualquer maneira sobreviver aos perigos que vêm ou intuem.
E nesse sentido compreendo perfeitamente, e até apoio, a opção evangélica. Lamento apenas que seja a única. Penso que deveria haver muito mais opções disponíveis no horizonte do jogador brasileiro de classe baixa, desvalido e solitário.
Fonte: O Estado de S. Paulo

sexta-feira, 16 de julho de 2010

MINHA NOVA COLUNA NO UOL

Tenho uma boa notícia!

Nesta segunda-feira, dia 19 de julho, tem estreia um novo espaço para meus textos sobre concursos. Recebi um convite do site UOL e estou tendo esta grata oportunidade de escrever para mais pessoas, transmitir motivação e orientações.

Você poderá acessar UOL Empregos e toda terceira segunda-feira de cada mês vai visualizar minha coluna.

E eu agradeço a toda equipe do UOL . Desejo que todos tenhamos bom proveito nesta parceria!

E também recomendo mais esta leitura a todos os concurseiros, gente guerreira que sempre vai precisar de incentivo e boas dicas. Contem comigo!

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Para ser um "bom memorizador"

http://guiadoestudante.abril.com.br/vestibular/noticias/homens-computadores-conheca-tres-feras-memoria-575246.shtml
Li a matéria publicada no site do Guia do Estudante com a seguinte chamada: "Um campeão de concursos públicos, o melhor “atleta da memorização” da América Latina e o comentarista-enciclopédia PVC contam como lembram de praticamente tudo".

Gostei de saber que estou ao lado de gente boa, especialmente no que diz respeito à memorização. No texto, sou chamado de "campeão de concursos públicos" e embora a referência naturalmente me alegre, sei que isto é possível para qualquer ser humano, principalmente se técnicas de aprendizado e memorização forem aplicadas.

Como disse, é preciso persistir até atingir resultados satisfatórios porque todos nós nascemos com a capacidade para memorizar e aprender. E eu sou o maior incentivador destas habilidades.

Alberto Dell’Isola hoje é o 1° lugar no ranking dos “mentatletas” latino-americanos, mas confessou que já teve “a pior memória do mundo”. Paulo Vinícius Coelho também foi citado como "dono de uma memória invejável", mas afirma que para lembrar, é necessário saber, conhecer.

Diante destes e ainda de tantos outros bons exemplos, que sei que existem, vale também ter em mente que "homens-computadores" geralmente não se fazem de um dia para o outro.

Percorrem um caminho de determinação, exercício e vontade própria, nada desagradável, mas desafiador. E você pode fazer parte deste rol de "bons memorizadores"!

terça-feira, 13 de julho de 2010

Bate-papo sobre concursos

Você que é interessado em estar mais preparado para concursos e já acompanha alguns de meus livros e palestras, saiba que estarei participando de um Talk Show na próxima terça-feira, dia 20 de julho, na Livraria da Travessa.
Convido a todos para que possam participar, tirar suas dúvidas e experimentar esta oportunidade de convívio em prol do aprendizado.
Espero por vocês lá!

Bate-papo sobre Como Passar em Provas e Concursos
Data 20/07/2010
Horário as 19:00h
Local: Livraria da Travessa
Av. das Américas, nº 4.666
Barra - Rj
Evento gratuito

terça-feira, 6 de julho de 2010

Jabulani, minha filha, não corra tanto!

O SporTV, em sua cobertura da Copa, informou que um pai tentou registrar sua filha recém-nascida no município de Jardim de Piranhas (a 290 km de Natal) com o nome de... JABULANI, a bola da Copa! O Titular do Registro se recusou e foi estabelecido um imbróglio. Muitos criticam a bola, dizem que é muito lisa, “patricinha”, voa demais, perde a direção e, para alguns, até feia.
Imaginem o trauma para a menina!

Uma pesquisa feita na Inglaterra (disponível no sítio da Revista “Minha Vida” e publicada no sítio do UOL) sustenta que o nome dado a um bebê pode influenciar sua vida, tanto positiva quanto negativamente. A pesquisa traz algumas "dicas" para alertar aos pais na hora de registrar os bebês, evitando que – no entusiasmo e sob o efeito mágico, mas também praticamente alucinógeno do momento – eles escolham nomes que possam dar aos filhos ainda mais trabalho do que os já naturais da existência e condição humana nesse turbulento início de milênio.

Existem nomes em voga por mil razões diferentes, mas que são de grafia ou pronúncia difíceis. Todos conhecem exemplos. Só para citar poucos: Rihana é, a nosso ver, bonito e nome de artista, mas, em poucos anos, pode ser bem trabalhoso para a mocinha que tiver seu nome dado em homenagem à mesma, que poderá nem ter mais tanto sucesso. Ficará difícil explicar ao mundo a motivação do nome dado em homenagem a uma artista relegada ao ostracismo.

A grafia de Richarlysson certamente dá problemas para o mesmo e por aí vai. Dobrar as letras fica bonito várias vezes, mas, em sessões de autógrafos o nome precisa ser lembrado, por exemplo, que é "’Marcelle’ com dois ‘elles’”. Rhayssa tem que ser soletrado... Nesse passo, dar a uma menina o nome de Nicholly, uma virtual transliteração de Nicole, é a certeza de que ela irá soletrar o nome várias vezes.

Em suma, entendemos que o prenome influencia, pode dar trabalho e até ser motivo para bullying, mas que este é apenas uma estrela na constelação que define o futuro das pessoas. Uma estrela que não deve ser desprezada.

Uma anedota conta que o Dr. Winston Travis, PhD respeitado, defendeu tese mostrando que pessoas com nomes W, Y e Z tinham trauma por serem sempre os últimos nas chamadas, listas etc – tese que foi considerada muito inconsistente pelo também PhD Aaron Abraham.

Também digno de nota, pela curiosidade, é a simplicidade com que ricos e fidalgos nomeiam seus filhos: José, Joaquim, Maria... e como classes menos abastadas apreciam nomes mais sofisticados e/ou estrangeiros. Não bastasse isso, às vezes o que falta em patrimônio e títulos é compensado, em fenômeno que mereceria mais atenção, com letras dobradas e profusão de W, Y e K.

O tema interessa aos cartórios... pois todo titular de Registro Civil de Pessoas Naturais vive esse dilema quase diariamente, tendo que, muitas vezes, suscitar dúvida ao juízo, quando o pai insiste em nomes que possam “expor ao ridículo seus portadores” (Parágrafo Único do art. 55, Lei 6015/73 – Lei de Registros Públicos).

Mas e a Jabulani? Seria chamada de "Jaburu"? Ou apelidada de "Jabu" ou "Lalá" quando as pessoas se esquecerem dessa Copa? Ou dependeria do sucesso da seleção para decalcar na história do seu nome uma vitória espetacular na final, de preferência por 6X0 e contra a Argentina?

Será que o titular do cartório sabe que Jabulani, no dialeto Zulu, significa “Celebração”? E há algo mais lindo do que avisar a uma filha, já em seu nome, que sua vinda é, e sua vida pode ser, uma celebração? Se a gente admite o registro de “Vitória”, não poderíamos então registrar também Jabulani? Não bastasse isso, será que não seria preconceito vetar Jabulani? Até que ponto não faz parte da nossa dificuldade em lidar com o diferente e com o que vem da África? Ou há quem negue que ainda temos que vencer preconceitos raciais e não apenas, embora também numerosos, sócio-econômicos?

Quem deve sair? O nome ou o preconceito contra os nomes "estranhos"? Esquisito, talvez, não seja uma menina ser Jabulani, mas sim um nome Zulu não ser entendido e comemorado, ou celebrado, em um país tão multicor como o nosso.

Não temos dúvidas de que o nome é uma celebração, mas temos dúvidas sobre até que ponto uma menina, que mal acabou de nascer, deva levar em sua identidade tantas discussões teóricas, sociais e filosóficas. Seja como for, um filho que chega é motivo de celebração e torcemos para que tenhamos outra, das grandes, na final dessa Copa.

Nota: O texto foi redigido no começo da Copa, quando os autores ainda mantinham a firme esperança de uma histórica vitória contra a arquirrival seleção argentina.